IV Encontro Pernambucano de Mulheres de Terreiro, que ocorreu durante os dias 28 a 30 de julho, no Auditório do Ministério Público de Pernambuco - Espaço Cultural Rossini Alves Couto - contou com a cobertura das mídias sociais, as quais podem ser conferidas nos links a seguir:
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segunda-feira, 2 de agosto de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
4º encontro das mulheres de terreiro de Pernambuco
com muita honra, estarei sendo homenageada neste 4º encontro das mulheres de terreiro, representando o Cabo de Santo Agostinho, onde fica o meu ilê no bairro de Pirapama!
segunda-feira, 28 de junho de 2010
ILÊ ASÉ SANGO AYRÁ IBONÃ!!
ILE ASE SANGO AYRÁ IBONÃ
Um terreiro como lócus de potencialização e perpetuação da Existência
Templo de Matriz Africana ILE ASE SANGO AYRÁ IBONÃ é uma comunidade de terreiro que se configura de acordo com os pressupostos filosóficos e teológicos da cosmovisão africana, como um espaço onde a Vida é celebrada em toda a sua plenitude. A funcionalidade do referido Templo de Culto aos Orixás, tem como espaço uma peça arquitetônica adaptada a partir de uma antiga sede de um Engenho de Açúcar, pertencente ao Barão de Pirapama, provavelmente reformado no século XIX, uma dedução a partir dos elementos decorativos da fachada ao estilo neoclássico.
Durante as obras de reforma e adaptação, foram encontrados vestígios do que teria sido a senzala do engenho, comprovando a existência de um antigo cemitério de negros escravizados.
Na compreensão teológica e filosófica da ancestralidade, elemento central que se dinamiza como o cerne ou a centralidade cosmológica da visão de mundos dos vários povos negros trazidos compulsoriamente para o Brasil, assim como a noção de ase como a força que anima a existência; os africanos para a diáspora trazidos/as todos/as, no entanto, eram detentores dessa força que além de “mágica”, funcionou como resistência física e cultural, tanto para construir a economia fundante do país, a edificação dos monumentos históricos, bem como para sobreviver à opressão e exploração.
É sob esta perspectiva que compreendemos que, embora a fundação do Ilê Ase Ayrá Ibonã seja recente, devido ao “lócus ancestrálico” onde está situado, este se corporifica como uma territorialidade mítica e material com profusão de ancestralidade, funcionando como uma força latente, que despertada ritualisticamente, se irradia, impregna, porque legitimada por toda uma herança repassada pelos ancestrais e antepassados.
Texto
Jayro Pereira (Ogiyán Kalafor Olorode)
Lupércio Rômulo(Oba Deyibo)
Revisão: Amauri Cunha
Um terreiro como lócus de potencialização e perpetuação da Existência
Templo de Matriz Africana ILE ASE SANGO AYRÁ IBONÃ é uma comunidade de terreiro que se configura de acordo com os pressupostos filosóficos e teológicos da cosmovisão africana, como um espaço onde a Vida é celebrada em toda a sua plenitude. A funcionalidade do referido Templo de Culto aos Orixás, tem como espaço uma peça arquitetônica adaptada a partir de uma antiga sede de um Engenho de Açúcar, pertencente ao Barão de Pirapama, provavelmente reformado no século XIX, uma dedução a partir dos elementos decorativos da fachada ao estilo neoclássico.
Durante as obras de reforma e adaptação, foram encontrados vestígios do que teria sido a senzala do engenho, comprovando a existência de um antigo cemitério de negros escravizados.
Na compreensão teológica e filosófica da ancestralidade, elemento central que se dinamiza como o cerne ou a centralidade cosmológica da visão de mundos dos vários povos negros trazidos compulsoriamente para o Brasil, assim como a noção de ase como a força que anima a existência; os africanos para a diáspora trazidos/as todos/as, no entanto, eram detentores dessa força que além de “mágica”, funcionou como resistência física e cultural, tanto para construir a economia fundante do país, a edificação dos monumentos históricos, bem como para sobreviver à opressão e exploração.
É sob esta perspectiva que compreendemos que, embora a fundação do Ilê Ase Ayrá Ibonã seja recente, devido ao “lócus ancestrálico” onde está situado, este se corporifica como uma territorialidade mítica e material com profusão de ancestralidade, funcionando como uma força latente, que despertada ritualisticamente, se irradia, impregna, porque legitimada por toda uma herança repassada pelos ancestrais e antepassados.
Texto
Jayro Pereira (Ogiyán Kalafor Olorode)
Lupércio Rômulo(Oba Deyibo)
Revisão: Amauri Cunha
domingo, 20 de junho de 2010
TOQUE DE SANGO AYRA IBONA!!!
Convidamos a todos para comparecer ao toque de sango, patrono da casa no proximo dia 27/06/2010 as 13 horas, na rua doralino Pereira de Araujo nº 37 - Pirapama - Cabo de Santo Agostinho/PE.
Duvidas - yalorixá Valda de Sango - Celular 86339450
Duvidas - yalorixá Valda de Sango - Celular 86339450
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